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19
Mai

Petróleo fecha em baixa, com acordo nuclear e novos surtos de covid-19 no radar


Terra

Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa, com investidores acompanhando as negociações em torno do acordo nuclear que envolve Irã e potências econômicas mundiais, mas sem tirar do radar as preocupações geradas por novos surtos de covid-19 principalmente na Ásia.

O barril do petróleo WTI com entrega prevista para julho fechou em baixa de 1,18% (US$ 0,78), a US$ 65,50 na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o do Brent para julho recuou 1,08% (US$ 0,75), a US$ 68,71, na Intercontinental Exchange (ICE).

Informações publicadas pela BBC indicando que poderia haver um anúncio importante amanhã a respeito do acordo nuclear aprofundaram a queda do petróleo no início da tarde, mas o movimento foi atenuado após o Representante da Rússia para Organizações Internacionais em Viena, Mikhail Ulyanov, afirmar pelo Twitter, que houve "progresso significativo" nas tratativas pela retomada do acordo nuclear com Irã e outros países desenvolvidos, mas "questões não resolvidas ainda permanecem e os negociadores precisam de mais tempo e esforços para finalizar um acordo sobre a restauração do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês)".

Em relatório recente, a Capital Economics apontou que a retomada do acordo nuclear com o Irã "abriria caminho para o levantamento das sanções, aumentando a produção de petróleo do país e pesando sobre os preços".

Além disso, o mercado mantém preocupações quanto à recuperação da demanda global por petróleo, após os casos de covid-19 na Ásia sofrerem um novo repique, e a variante B.1617.2, originada na Índia, ameaçar a retomada das atividades em todo o mundo. Hoje, a Índia, que é o terceiro maior consumidor global de petróleo, registrou seu recorde diário de mortos pela doença, marca também renovada na Malásia.

Na noite de ontem, o oleoduto Colonial Pipeline informou que está transportando produtos em um nível normal com a operação tendo sida retomada totalmente. No entanto, "levará algum tempo para que a cadeia de abastecimento de combustível se recupere totalmente", ponderou.

Fonte: Fecombustíveis